
quinta-feira, 25 de junho de 2009
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Curiosidades

Curiosidade 2
Por que quando aumentamos os graves e agudos no equalizador temos uma sensação de melhor definição do som de uma musica? Por que quando apertamos a tecla "loudness" de um aparelho de áudio, o som fica mais "presente"? A intensidade sonora, também chamada popularmente de "volume do som", é percebida pelo ouvido humano de acordo com a freqüência do som. Sons cujas freqüências são muito graves ou muito agudas são percebidas pelo ouvido como tendo menos intensidade do que as freqüências medias, próximas da voz humana. Esse fenômeno foi estudado por Fletcher e Munson que fizeram experimentos com indivíduos submetidos a escutarem sons senoidais. A intensidade desses sons era mantida constante enquanto sua freqüência variava desde muito grave até muito agudo. Os indivíduos eram então interrogados a cada passo dessa variação sobre a sensação de sua intensidade sonora. Os resultados médios desse experimento foram expressos no gráfico a seguir:

A percepção da intensidade sonora é conhecida como "loudness" e a sua unidade é o "phon". As curvas acima mostram que a intensidade sonora necessária para se ter o mesmo loudness varia de acordo com a freqüência do som. Observe, por exemplo, que um som na região entre 4KHz a 6KHz começa a ser percebido com aproximadamente 0dB enquanto que o mesmo som na freqüência de 20Hz começa a ser percebido com 70dB, ou seja, com intensidade sonora acima de 10 vezes superior. Esta primeira curva pontilhada, de 0 phon, representa o limite da percepção sonora, onde os sons começam a ser percebidos pelo ouvido. A última curva de loudness, de 120 phon, é a curva do limiar da dor, onde o som está tão intenso (alto) que provoca a sensação de dor nos ouvidos.
A tecla "loudness" encontrada em muitos aparelhos de áudio procura compensar a perda natural de percepção do ouvido nas freqüências baixas e altas. Da mesma forma que um equalizador regulado para aumentar essas freqüências, o loudness aumenta a intensidade das freqüências extremas corrigindo a curva de "equal loudness" (vista acima). Assim tem-se maior definição dos graves e agudos de uma música, o que torna a sua audição bem mais nítida e confortável.
Fonte: http://www.nics.unicamp.br/nicsnews/curiosidades.
Curiosidade 3
Teoria Sobre a Percepção das Cores
Links: http://www.criarweb.com/artigos/teoria-da-cor-percepcao-da-cor.html
Curiosidade 4
Daltonismo
Texto sobre Daltonismo
Como funciona o olho?
O olho é um órgão extremamente complexo que conta com uma grande interconexão de sinais para transmitir dados do mundo exterior para o cérebro. O olho é uma simples esfera que mede aproximadamente 2,5 cm de diâmetro, mas seu poder é incrível, distingue cores e formas na presença de luz forte ou fraca, de perto ou de longe. Ele funciona graças ao complexo balé entre músculos e nervos. A luz refletida em um objeto passa pela córnea, os músculos em torno do olho se contraem e relaxam para ajustar a forma da lente, focalizando os raios de luz. Os raios, então, atingem a retina, onde mais de 100 milhões de células sensíveis à luz interpretam esses raios e transmitem a imagem ao cérebro através do nervo óptico. Como os raios de luz se cruzam enquanto atravessam a córnea, a retina interpreta a imagem de cabeça para baixo, mas o cérebro reajusta a imagem, garantindo que você seja adequadamente orientado. Essas células sensíveis que a retina do olho humano possui são chamadas de cones, e são responsáveis pela percepção das cores. Cada cone é composto por pigmentos sensíveis a um dos três comprimentos de onda de luz, sendo o cone sensível ao vermelho o Protan, o sensível ao verde, o Deutan e o sensível ao azul, o Tritan. A figura abaixo mostra como a luz age nos cones.
O que é daltonismo?
Daltonismo é o nome comum que se atribui à alteração congênita, que impede a percepção de uma ou de todas as cores. Este nome foi atribuído em homenagem a John Dalton (Químico 1766 - 1844), que primeiro descreveu o fato como a incapacidade de distinção correta entre as cores vermelho e verde, deficiência que ele próprio portava.
Embora também seja conhecida como cegueira para cores, o daltonismo não é exatamente uma cegueira. As pessoas afetadas por esse distúrbio simplesmente não concordam com a maioria das pessoas em relação às cores. A maioria dos daltônicos não consegue distinguir entre tons de vermelho e verde quando há pouca luz; alguns não distinguem o azul do amarelo. Nestes dois casos, o tipo de daltonismo é chamado de dicromático, porque têm dois tipos de cones em vez de três. Um grupo muito pequeno apresenta uma condição chamada monocromatismo, ou seja, elas enxergam somente em preto e branco.Existem também os tricromáticos, que são os mais comuns, possuem três tipos de cones, mas percebem os tons das cores alterados. Tem defeitos similares aos dicromáticos, mas num grau inferior, mais atenuado.
As pessoas com visão normal são capazes de combinar as cores do espectro através da mistura das três cores.
Os cones dos daltônicos não existem em número suficiente ou apresentam alguma alteração, impedindo o indivíduo de diferenciar as cores nas diversas tonalidades.
Qual a causa do daltonismo?
O daltonismo é causado pela falta de uma ou mais das substâncias sensíveis à luz encontradas na retina.
Como é transmitido o daltonismo?
O daltonismo é transmitido hereditariamente, sendo uma característica ligada ao sexo.
As mulheres são geralmente protegidas da aquisição deste distúrbio, isto é, podem ser portadoras, mas normalmente não sofrem da doença (só será daltônica se o seu pai o for e a mãe transportar o gene da anormalidade e o transmitir). Os homens afetados transmitem o gene a todas as suas filhas, mas a nenhum dos seus filhos. Há 50% de chance da mãe portadora passar o gene afetado a um filho ou filha.
Como saber se você é daltônico?
Existem três métodos para verificar o grau de daltonismo:
- Anomaloscópio de Nagel. Nesse aparelho, o indivíduo que vai ser examinado vê um campo dividido em duas partes. Uma delas é iluminada por uma luz monocromática amarela, enquanto a outra é iluminada por uma mistura de luzes monocromáticas vermelha e verde. Solicitando ao indivíduo sob exame que ele iguale os dois campos, ele pode alterar a razão entre a intensidade das luzes vermelha e verde, bem como reduzir ou aumentar a intensidade da luz amarela. Por intermédio desse exame, os seres humanos podem ter seu tipo de daltonismo classificado.
- Lãs de Holmgreen; Consiste em um feixe de lã em diversas cores, que devem ser separadas
- Lâminas Pseudoisocromáticas (ou teste de Ishihara); São quadros formados por pontos coloridos sobre as quais aparece um número desenhado em determinada cor. Por ser um método simples este é o mais difundido. Veja - o logo abaixo.
Pessoas com percepção normal observam a letra O, pessoas com deficiência na percepção das cores vermelho e verde, observam a letra Q, pessoas com ausência de percepção de cores não conseguem fazer a leitura das letras.
Como se pode tratar o daltonismo?
Não há cura para o daltonismo, mas existem lentes que incrementam o contraste entre as cores.
Atualmente, já existem lentes com filtro que auxiliam o portador de deficiência em relação a uma cor. Entretanto, o material é caro e precisa ser feito sob medida, conforme o "índice" de identificação de cada cor confundida.
Curiosidades:
Estima-se que 8% dos homens e 0,4% das mulheres sejam daltônicos.
Em casos bem raros, a deficiência pode aparecer apenas na adolescência ou idade adulta, pelo uso de certas drogas, como cloroquina, álcool etílico e metílico, aplicação de laser argônio e até pelo uso de viagra, que dura alguns minutos ou então com grande freqüência vai piorando gradativamente.
Fonte: http://intra.vila.com.br/revista2003/caroline_e_fabiana/daltonismo!!.htm
Curiosidade 5
Dinâmica sobre percepção
1. MATERIAIS: não há.
2. INSTRUÇÕES:
a. Em dupla, frente a frente;
b. Senha: cada um vai perceber o outro da forma quiser , mas sem verbalização;
c. Após um determinado tempo, pede-se que fiquem de costas ( um para o outro)e cada um vai descrever o que percebeu no outro;
d. Em seguida pede-se que descreva a indumentária ( vestimentas e acessórios) do outro. Ao término, viram-se de frente e verificam o que acertaram e o que não.
NOTA: é um jogo que permite avaliar, em nível de diagnose, qual o nível de percepção de cada um e o que prevalece na psicodinâmica : perceber, pensar ou sentir, nos comentários.
Referências
YOZO, Ronaldo Yudi K. 100 jogos para grupos: uma abordagem psicodramática para empresas, escolas e clínicas. ed. Ágora.
Texto que vincula à disciplina de comportamento.
Gestão da Percepção
É comum a preocupação das organizações com a imagem. Com o auxílio de várias ferramentas de marketing as empresas procuram transmitir uma determinada postura à sociedade. A responsabilidade social praticada por uma empresa é, de certa forma, um mecanismo de parecer comprometido com o meio ambiente, minorias e segregados.
Porém, mais importante que a imagem que procura-se transmitir é a percepção da imagem que as pessoas tem de uma organização. Percepção é a aplicação cuidadosa da mente a alguma coisa. É o processo pelo qual um indivíduo organiza e interpreta as suas impressões sensoriais no sentido de atribuir significado ao seu meio, por meio de interações com este meio.
Os diversos processos de comunicação é que possibilitam uma empresa interagir com as pessoas e, independente da forma, todo processo de comunicação tem sempre um emissor e um receptor. Uma organização apresenta-se a seus públicos através de ações, fornecendo-lhes, de certo modo, um referencial que lhes permita estruturar suas percepções dentro de certo contexto semântico. As empresas, ainda, manifestam-se por meio de campanhas institucionais para o público externo e com memorandos e diretrizes para o público interno provocando os receptores a organizar todos os seus sentidos na busca de um significado. Porém, nem sempre o receptor compreende as informações do modo ao qual o emissor pretendia emitir. É justamente nesse aspecto que começam a surgir consultorias especializadas em gerenciar a percepção para grandes corporações.
O que o consultor de percepção busca não é simplesmente a melhor forma de ser visto, mas fundamentalmente a forma como foi compreendido. Basicamente um consultor em gerenciamento de percepção ajudará as organizações a identificar os recursos que a empresa possui, quais são os obstáculos ao sucesso e como utilizar a comunicação para atingir objetivos.
No mundo organizacional é por meio de resultados que as reputações são construídas. O gestor de percepção ajuda as empresas a verificarem como suas ações são percebidas. Mais importante do que se comunicar é saber como foi compreendido.
É comum a preocupação das organizações com a imagem. Com o auxílio de várias ferramentas de marketing as empresas procuram transmitir uma determinada postura à sociedade. A responsabilidade social praticada por uma empresa é, de certa forma, um mecanismo de parecer comprometido com o meio ambiente, minorias e segregados.
Porém, mais importante que a imagem que procura-se transmitir é a percepção da imagem que as pessoas tem de uma organização. Percepção é a aplicação cuidadosa da mente a alguma coisa. É o processo pelo qual um indivíduo organiza e interpreta as suas impressões sensoriais no sentido de atribuir significado ao seu meio, por meio de interações com este meio.
Os diversos processos de comunicação é que possibilitam uma empresa interagir com as pessoas e, independente da forma, todo processo de comunicação tem sempre um emissor e um receptor. Uma organização apresenta-se a seus públicos através de ações, fornecendo-lhes, de certo modo, um referencial que lhes permita estruturar suas percepções dentro de certo contexto semântico. As empresas, ainda, manifestam-se por meio de campanhas institucionais para o público externo e com memorandos e diretrizes para o público interno provocando os receptores a organizar todos os seus sentidos na busca de um significado. Porém, nem sempre o receptor compreende as informações do modo ao qual o emissor pretendia emitir. É justamente nesse aspecto que começam a surgir consultorias especializadas em gerenciar a percepção para grandes corporações.
O que o consultor de percepção busca não é simplesmente a melhor forma de ser visto, mas fundamentalmente a forma como foi compreendido. Basicamente um consultor em gerenciamento de percepção ajudará as organizações a identificar os recursos que a empresa possui, quais são os obstáculos ao sucesso e como utilizar a comunicação para atingir objetivos.
No mundo organizacional é por meio de resultados que as reputações são construídas. O gestor de percepção ajuda as empresas a verificarem como suas ações são percebidas. Mais importante do que se comunicar é saber como foi compreendido.
Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/gestao_da_percepcao/1033/
Notícias Veiculadas na Mídia Sobre a Percepção
http://www.administradores.com.br/noticias/professor_de_stanford_fala_sobre
_percepcoes_erradas_da_origem_do_sucesso/23702/
http://br.noticias.yahoo.com/s/09062009/25/economia-cni-ibope-cai-percepcao-negativa.html~
http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI22832-16366,00-PERCEPCAO+E+REALIDADE+A+ILUSAO+DO+PRECO+ALTO.html
http://bebe.com.br/01_03/desenvolvimento/conteudo_243696.php
http://super.abril.com.br/ecologia/reciclagem-mar-desperdicio-445517.shtml
http://portalexame.abril.com.br/ae/financas/dolar-encerra-alta-1-41-cotado-r-2-222-176866.shtml
Livro: Arte e percepção visual

Esta obra instrumentaliza a experiência da apreciação artística a partir da inata capacidade humana de entender por meio do olhar e propõe-se a discutir algumas qualidades da visão, objetivando fortalecê-las e dirigi-las. O autor preocupa-se em delinear o papel da atividade artística como principal instrumento de exploração da personalidade humana, e ressalta que os princípios do pensamento psicológico nele expressos provêm da teoria da Gestalt enquanto disciplina (portanto amplificando seu entendimento para além das fronteiras de método), que desde suas origens teve afinidade com a arte.
Conteúdo interessante, leitura difícil
O livro aborda um assunto muito interessante, enfocando com profundidade os aspectos psicológicos da percepção das imagens. Entretanto, o fraseado é difícil, tornando penosa a leitura e compreensão do texto. Acredito que o problema esteja na tradução, não na obra original.
· Arte E Percepção Visual
· Uma Psicologia Da Visão Criadora
Autor: ARNHEIM, RUDOLF
Tradutor: FARIA, IVONNE TEREZINHA DE
Editora: THOMSON PIONEIRA
Assunto: ARTES - TEORIA E HISTÓRIA
Livro : Sensação e percepção

Resenha Um propósito essencial desta obra é atualizar as descobertas e os avanços conceituais que têm surgido no campo da sensação e da percepção. O objetivo básico do livro é realizar um exame integrado dos tópicos sobre a sensação e a percepção dentro de um contexto comportamental e biológico. Para satisfazer a esses objetivos, fornece um amplo e equilibrado tratamento das teorias, dos princípios e descobertas básicas envolvendo esse assunto. Além disso, os leitores reconhecerão como tema central do texto a ênfase no papel adaptativo e funcional dos sentidos. Ao longo de toda a obra, serão encontrados diversos exemplos de atividades sensoriais e perceptuais, com suas naturais conseqüências adaptativas. No entanto, o texto permanece cuidadosamente eclético, não se concentrando em nenhuma teoria ou ponto de vista conceitual em particular. Os leitores notarão que todos os sistemas sensoriais estão bem cobertos. Embora haja uma ênfase sobre a visão, seguida da audição, nenhum sentido é tratado como sendo "menor". Em geral, o mesmo não ocorre em outros textos, onde o paladar, o olfato e o tato freqüentemente recebem um tratamento limitado, enquanto o senso de orientação e o da percepção do tempo costumam simplesmente ser omitidos por completo. Aqui se dá a cada um deles uma exaustiva cobertura, com um capítulo exclusivo para cada um.
· Editora: LTC
· Autor: HARVEY RICHARD SCHIFFMAN
· ISBN: 8521614454
· Origem: Nacional
· Ano: 2005
· Edição: 5
· Número de páginas: 444
· Acabamento: Brochura
· Formato: Grande
· Complemento: Nenhuma
Livro: Fenomenologia da percepção

· Descrição: Desde o início da obra o problema da percepção aparece sob uma nova luz. Para M.-P. o essencial é captar a percepção viva, a percepção em via de realização. Para isso temos de nos livrar de todos os preconceitos dogmáticos que nos proporcionam apenas percepções fossilizadas, espécies de cadáveres de objetos.
· Editora: Martins Fontes
· Autor: MAURICE MERLEAU-PONTY
· ISBN: 8533622937
· Origem: Nacional
· Ano: 2006
· Edição: 1
· Número de páginas: 662
· Acabamento: Brochura
- Formato: Médio
terça-feira, 23 de junho de 2009
Filme: O Ilusionista

Sinopse
O famoso ilusionista Eisenheim (Edward Norton) assombra as platéias de Viena com seu impressionante espetáculo de mágica. Suas apresentações despertam a curiosidade de um dos mais poderosos e céticos homens da Europa, o Príncipe Leopold (Rufus Sewell). Certo de que as mágicas não passam de fraudes, Leopold vai ao show de Eisenheim disposto a desmascará-lo. Quando Sophie (Jessica Biel), noiva de Leopold, é chamada ao palco para participar de um número, ela reconhece em Eisenheim uma paixão juvenil. Eles iniciam um romance clandestino e o príncipe delega a um inspetor de polícia (Paul Giamatti) a missão de expôr a verdade por trás do trabalho do mágico. Este, no entanto, prepara-se para executar a maior de suas ilusões.
Filme:12 Homens e Uma Sentença

Filme: Vermelho Como o Céu

Sinopse
Saga de um garoto cego durante os anos 70. Ele luta contra tudo e todos para alcançar seus sonhos e sua liberdade. Mirco (Luca Capriotti) é um jovem toscano de dez anos apaixonado por cinema, que perde a visão após um acidente. Uma vez que a escola pública não o aceitou como uma criança normal, é enviado para um instituto de deficientes visuais em Gênova. Lá, descobre um velho gravador e passa a criar histórias sonoras. Baseado na história real de Mirco Mencacci, um renomado editor de som da indústria cinematográfica italiana.
Filme: Ponto de Vista

Sinopse
O presidente dos Estados Unidos, Ashton (William Hurt), participará de uma conferência mundial sobre o combate ao terrorismo em Salamanca, na Espanha. Thomas Barnes (Dennis Quaid) e Kent Taylor (Matthew Fox) são os agentes do Serviço Secreto designados para protegê-lo durante o evento. Entretanto logo em sua chegada o presidente é baleado, o que gera um grande tumulto. Na multidão que assiste ao atentado está Howard Lewis (Forest Whitaker), um turista americano que estava gravando tudo para mostrar aos filhos quando retornasse para casa. A partir da perspectiva de diversos presentes no local antes e depois do atentado é que se pode chegar à verdade sobre o ocorrido.
Conceitos sobre percepção
As pessoas se relacionam dentro de uma organização, no meio social, seja onde for a partir de processos de comunicação. A dinâmica organizacional somente é possível quando a organização permite que todos os seus membros estejam devidamente conectados e integrados.
Neste Blog vamos sendo conduzidos a um passeio através das diferentes formas de como as pessoas percebem os estímulos externos - percepção humana - entendendo o seu sentindo. A palavra vem do latim per capiere e literalmente significa “obtido por captura ou captação” Chiavenato (2005) pág. 220. Quando se fala em percepção mencionamos aquilo que a pessoa percebe e interpreta acerca de seu ambiente externo.
De acordo com Chiavenato (2005), as pessoas se relacionam com o mundo exterior por meio dos órgãos sensoriais ( visão, audição, olfato, tato e gustação) e recebem estímulos externos,as sensações, transmitindo impulsos nervosos ao cérebro, que organiza e interpreta a informação proporcionando o que conhecemos como percepção.
Tendo em vista o conceito abordado pelo autor supracitado a vida nas organizações depende da maneira pela qual as pessoas percebem o seu entorno mediato e imediato, tomam suas decisões e assumem comportamentos. A percepção então se torna um processo ativo por meio do qual as pessoas organizam e interpretam suas impressões sensoriais para dar um significado ao ambiente que as rodeia. Trata-se de perceber a realidade e organizá-la em interpretações ou visões ao seu respeito, onde cada qual tem sua própria interpretação ou visão a respeito do mundo em que vive.
Segundo Robbins (2005), uma pessoa observa um alvo e tenta interpretar o que está se passando, e seu entendimento é fortemente influenciado pelas características pessoais do observador que são as atitudes, motivações, interesses, experiências passadas e expectativas. As características dos alvos também, podem afetar a percepção, pois, pessoas barulhentas chamam mais atenção do que as quietas. Já no contexto da situação, o cenário geral em que se passam eventos ou situações pode levar a percepções diferentes por parte das pessoas.
Para se explicar como as pessoas olham para uma coisa e cada uma percebe o estímulo que lhe são expostos de maneira diferente, uma série de fatores opera para moldar, e por vez distorcer a percepção, podendo estar tanto no observador, quanto no objeto, alvo da percepção, ou no contexto da situação em que se dá a percepção. Se observarmos a figura 1 abaixo, o objeto à esquerda pode parecer, à primeira vista, um vaso branco. Porém, se o branco for tomado como fundo, vemos dois perfis azuis. Da mesma forma, a uma primeira observação, o grupo de objetos à direita parece ser alguma figura modular contra um fundo branco. O exame mais atento revelará a palavra “ FLY”, se o fundo for definido como azul.
Figura: Ilustração da percepção
Fonte: Robbins (2000) Pg. 320
Ainda baseado nas afirmações de Robbins (2005), a teoria da atribuição foi proposta para explicar porque julgamos as pessoas diferentemente, conforme o sentido que atribuímos a um dado comportamento, procurando determinar se sua causa foi interna - quando comportamentos são vistos como os que estão sob o controle do indivíduo ou externa - determinada como resultante de estímulos de fora, ou seja, a pessoa é vista como se tivesse sido forçada aquele comportamento pela situação.
Ratificando a teoria supracitada, os administradores de uma organização podem fazer julgamentos de seus funcionários através de atribuições tentando desenvolver explicações sobre eles e as razões pelos quais se comportam da maneira como percebemos. Diante disso, os comportamentos relacionados com causas internas são percebidos como sob o controle do indivíduo, enquanto os comportamentos relacionados com causas externas são vistos como consequências de estímulos de fora, no qual a pessoa não tem outra alternativa naquela situação, esses julgamentos do comportamento das pessoas podem sofrer distorções, ou seja, podem passar por interferências.
A teoria da atribuição depende de três aspectos fundamentais, são eles:
1- Diferenciação - onde observa se a pessoa apresenta ou não comportamentos diferentes em situações diversificadas;
2- Consenso - se várias pessoas mostram a mesma reação a um fato similar;
3- Coerência - a onde o observador procura consistência e coerência nas ações das outras pessoas.
Percepção não identifica o mundo exterior como ele é na realidade, e sim como as transformações, efetuadas pelos nossos órgãos dos sentidos nos permitem reconhecê-lo. Assim é que transformamos fótons em imagens, vibrações em sons e ruídos e reações químicas em cheiros e gostos específicos. Na verdade, o universo é incolor, inodoro, insípido e silencioso, excluindo-se a possibilidade que temos de percebê-lo de outra forma.
Parafraseando Chiavenato (2005), quase sempre o que uma pessoa percebe pode ser fundamentalmente diferente da realidade objetiva. Às vezes, costumamos utilizar diversas simplificações quando julgamos as pessoas, surgindo fatores que podem distorcer a realidade transmitida. As principais distorções são:
· Percepção seletiva - onde as pessoas interpretam seletivamente o que vêem a partir de seus interesses, antecedentes, experiências e atitudes;
· Efeito halo - onde há um caráter generalizado da percepção;
· Projeção - no qual é atribuições das características próprias a outra pessoa;
· Estereótipo - sendo um juízo formulado a respeito de alguém, segundo o critério da percepção própria do grupo ao qual essa pessoa pertence;
· Efeito de contraste - avaliação das características de uma pessoa afetada pela comparação com outra pessoa.
Para Maximiano (2008), a dimensão julgamento-percepção refere-se ao modo como as pessoas lidam com o mundo exterior para solucionar os problemas, abrangendo a preferência pela reflexão, em contraposição à ação.
De acordo com Robbins (2000), os gerentes precisam entender que os funcionários reagem a percepções, e não à realidade. Diante disso, o fato de a avaliação de um funcionário feita por um gerente ser realmente objetiva e não enviesada ou de os níveis salariais da organização estarem realmente entre os mais altos no setor é menos relevante que aquilo que os funcionários percebem de fato.
De acordo com o que os autores propõem os gerentes precisam prestar muita atenção ao modo como os funcionários percebem seus cargos e as práticas gerenciais, pois distorções ou uma má comunicação naquilo que se pretende passar implicará ao julgamento não adequado do estímulo
Assim sendo, conclui-se que as pessoas se relacionam entre si, e com o mundo exterior através de seus órgãos sensoriais e se comportam de acordo com suas percepções. Muitas vezes o que as pessoas conseguem interpretar das informações que lhe são expostas não condizem com a realidade, e acabam fazendo julgamento dos estímulos exteriores diferentes do que na realidade ele apresenta, pelo fato da percepção ser subjetiva e sendo uma grande parte atribuída ao fator psicológico, como o estado de espírito, humor, motivação, entre outros fatores.
A percepção poder ser distorcida tanto aos olhos do observador como nas características do próprio alvo, ou até mesmo através do contexto que ela é observada, dependendo muito de pessoa para pessoa. No entanto, os gerentes devem analisar os comportamentos das pessoas que são seus colaboradores, e procurar entender suas reações de acordo com os fatos que sejam coerentes para não se fazer julgamentos errados. Afinal, cada pessoa tem uma maneira diferente de se comportar e enxergar a realidade que a rodeia e é motivada a agir de acordo com as interpretações que ela julga ter importância.
Referências
CHIAVENATO,Idalberto.Comportamento organizacional: a dinâmica e o sucesso das organizações.2.ed. Rio de Janeiro:Elsevier, 2005.
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru.Teoria geral da administração: da revolução urbana á revolução digital. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2005.
ROBIBINS, Stephen P. Comportamento organizacional.São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.
ROBBINS, Stephen Paul, Administração: mudanças e pespectivas. São Paulo: Saraiva 2000.
Case empresarial
Market Analysis apresenta ranking de Responsabilidade Social 2008 Pesquisa revela opinião dos consumidores sobre atuação das companhias em sustentabilidade. Petrobrás é considerada a melhor pelo 3º ano consecutivo. A Market Analysis, instituto de pesquisa de mercado e opinião pública, apresenta os resultados do levantamento que aponta as dez melhores e piores companhias em Responsabilidade Social atuantes no país. Entre as mais bem avaliadas estão Petrobrás (19,8%), Coca-Cola (4,8%) e Vale do Rio Doce (3,8%). Bradesco, Votorantim, Natura, Fiat, Sadia e Azaléia também compõem este grupo. Os dados fazem parte do Monitor de Responsabilidade Social 2008, estudo realizado anualmente pela empresa no Brasil. Entre as empresas classificadas negativamente, a Parmalat lidera com 10,6%, seguida pela Souza Cruz (5,8%) e Telemar (5,3%). Mac Donald´s, Telefônica, Petrobrás, Vale do Rio Doce e AE Cedae dividem o 4º lugar (1,9%) do ranking . Para traçar os resultados o instituto ouviu 805 pessoas nas principais capitais brasileiras. Segundo Fabián Echegaray, diretor da Market Analysis, o estudo reforça a preocupação dos brasileiros com o tema e a atenção dada aos fatores que envolvam o ramo de atuação das empresas. Tanto a Petrobrás como a Vale do Rio Doce são citadas nos rankings de melhores e piores. "Esta duplicidade reflete tanto a aceitação dos investimentos massivos em ações sociais e de marketing, tidos como muito relevantes por alguns consumidores, como também a percepção crítica de outros consumidores sobre a natureza intrinsecamente questionável dos negócios destas empresas, ligados à poluição e deteriorização do meio ambiente", alerta Echegaray. Outro exemplo que clareia esta percepção é a posição da Parmalat, que atualmente ocupa o topo do ranking das piores empresas em responsabilidade social. A empresa teve sua imagem abalada após a denúncia sobre o uso de soda cáustica no leite fornecido por algumas cooperativas, no segundo semestre de 2007, evidenciando a preocupação e atenção do brasileiro quanto à maneira como são tratados os negócios das empresas. "A maior atenção da mídia, não apenas na maneira como as empresas distribuem parte dos seus ganhos, mas também como elas geram suas receitas torna o consumidor brasileiro cada vez mais atento e exigente diante do mundo corporativo", aponta Echegaray. "Ele reage rapidamente às informações que circulam sobre as empresas e - neste sentido - reputação e valor de mercado das empresas podem crescer rapidamente, como cair no abismo com a mesma velocidade".
2-ARTIGO:Um estudo sobre A TEORIA DA GESTALT
De acordo com a teoria gestáltica, não se pode ter conhecimento do "todo" por meio de suas partes, pois o todo é maior que a soma de suas partes: "(...) "A+B" não é simplesmente "(A+B)", mas sim um terceiro elemento "C", que possui características próprias": as letras r, o, s, a não constituem apenas uma palavra em nossas mentes: "(...) evocam a imagem da flor, seu cheiro e simbolismo - propriedades não exatamente relacionadas às letras."
A TEORIA DA GESTALT
A Teoria da Gestalt estuda a percepção e a sensação do movimento, os processos psicológicos envolvidos diante de um estímulo e como este é percebido pelo sujeito.
A Psicologia da Gestalt é uma das tendências teóricas mais coerentes e coesas da história da Psicologia. Seus articuladores se preocuparam em construir não só uma teoria consistente, mas também uma base metodológica forte, que garantisse a consistência teórica.
Gestalt é um termo alemão de difícil tradução. O termo mais próximo em português seria forma ou configuração, que não é muito utilizado por não corresponder exatamente ao seu real significado em Psicologia.
Já nofinal do século passado muitos estudiosos procuravam compreender o fenômeno psicológico em seus aspectos naturais (principalmente no sentido da mensurabilidade). A Psicofísica estava em voga.
Desenvolvida por Chrinstiam von Ehrenfels psicólogo, a Psicologia da Gestalt estuda as sensações (dado psicológico) de espaço-forma e tempo-forma (o dado físico). As bases dessa teoria psicológica foram estruturadas a partir desses estudos que estabeleciam a forma e sua percepção .
Ateoria Gestalt assim estudaas sensações (dado psicológico) de espaço-forma e tempo-forma(o dado físico). Gestaltistas estavam preocupados em compreender quais os processos psicológicos envolvidos na ilusão de ótica, quando o estímulo físico é percebido pelo sujeito com uma forma diferente do que ele é na realidade. A percepção das sensações e seu espaço físico são fatoresque importam.
Ernst Mach (1838-1916), físico, e Chrinstiam von Ehrenfels (1859-1932), filósofo e psicólogo, desenvolviam uma psicofísica com estudos sobre as sensações (o dado psicológico) de espaço-forma e tempo-forma (o dado físico) e podem ser considerados como os mais diretos antecessores da Psicologia da Gestalt. Max Wertheimer, Wolfgang Köhler e Kurt Koffka, baseados nos estudos psicofísicos que relacionaram a forma e sua percepção, construíram as bases de uma teoria eminentemente psicológica. Assim iniciaram seus estudos pela percepção e sensação do movimento. Os Gestaltistas estavam preocupados em compreender quais os processos psicológicos envolvidos na ilusão de ótica, quando o estímulo físico é percebido pelo sujeito com uma forma diferente do que ele é na realidade.
É o caso do cinema. Uma fita cinematográfica é composta de fotogramas com imagens estáticas. O movimento que vemos na tela é uma ilusão de ótica causada pelo fenômeno da pós-imagem retiniana (qualquer imagem que vemos demora um pouco para se 'apagar' em nossa retina). As imagens vão se sobrepondo em nossa retina e o que percebemos é um movimento. Mas o que de fato é projetado na tela é uma fotografia estática, tal como uma seqüência de slides.

